Ciao amigos,
Fiquei ausente por culpa de uma faringite com febre alta (temp. máxima: 39,5° - parece o meteo!). Ainda não recuperei bem mas estou melhorando.
Nêodo, que a coisa fica preta não acho um sinal de racismo: afinal que "a coisa aquí tâ preta" o diz o Chico Buarque no choro "Meu caro amigo" do mesmo Chico em parceria com Francis Hime, faixa final do disco "Meus caros amigos", 1976.
A ideia de ter uma mulher no Blog está maravilhosa: a "outra metade do céu", como se diz na Itália, vê coisas que nós homens não vejamos. O mesmo Blog ficaria mais completo.
Aos amigos brasileiros queria fazer uma pergunta: como é a história dos sobrenomes no Brasil? Aquí na Itália fica fácil; sobrenome do pai e ponto final (com raras exeções). No Brasil tem também o da mae: mas fica primeiro o da mae ou o do pai. E o filho do filho não penso que vai pegar quatro sobrenomes, os dois da mae e os dois do pai!! Aquí na Itália os espanhois, portugueses e os latino-americanos ficam famosos por ter nomes de cumprimento enorme. Eu seria Alessandro David Andreini Fattorini (ou Fattorini Andreini, parece uma poesia em rima!!). Afinal, como é a questão dos sobrenomes no Brasil?
Muito obrigado e até logo, com mais saúde!
Alessandro.
Diário Virtual Coletivo - Cotidianas Escritas por: Nêodo N Dias Jr. Bem Vindos!
sábado, novembro 17, 2001
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