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segunda-feira, março 30, 2009

"la patate"


Voce vai gostar de ouvir. A dica é de Claude J. (cejj2@orange.fr), na Parkliste, o forum dos parkinsonianos francófonos. clique aqui e depois na seta.
Vendo pelo peixe que me compraram


http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=2539741

segunda-feira, março 23, 2009

Empresa nacional investe menos em meio ambiente

por Andrea Vialli

As empresas brasileiras investem menos em meio ambiente do que a média internacional. Fora do Brasil, o setor privado investe cerca de 2% do seu faturamento em tecnologias sustentáveis. No Brasil, a maioria – 54 % das empresas – aporta até 1% das receitas em tecnologias. Em 27% das empresas, o total investido oscila entre 1% e 3% das receitas.

Os dados constam do estudo “Tecnologias Sustentáveis no Brasil”, realizado pela consultoria alemã Roland Berger com dois objetivos: o de mapear o tamanho da indústria ambiental no País, que inclui setores de saneamento, controle de poluição e energia limpa, entre outros; e de avaliar o interesse das companhias brasileiras em investir nessas tecnologias. Foram ouvidas 100 companhias de todos os portes no último trimestre de 2008.

De acordo com Thomas Kunze, coordenador do estudo, existe interesse das empresas para investir em melhorias ambientais. No entanto, elas esbarram em barreiras como o alto custo das tecnologias limpas e a falta de acesso a conhecimento técnico sobre o assunto.

“Para 32,5% das empresas pesquisadas, os custos das tecnologias ambientais ainda são incompatíveis com sua realidade”, afirma Kunze. Já o acesso ao crédito é um empecilho para 17,5% das companhias. Para 39% delas, a crise financeira é um fator de adiamento dos investimentos em sustentabilidade no biênio 2009-2010.

Setor ambiental vai crescer mais que automobilístico

O segmento de tecnologias ambientais movimenta US$ 16,9 bilhões no País e tem potencial para crescer 7% ao ano ano até 2020, quando deve alcançar uma receita de de US$ 25,4 bilhões. “O setor de sustentabilidade tem potencial de expansão maior que indústrias tradicionais, como automotiva e química”, avalia Thomas Timm, vice-presidente executivo da Câmara Brasil-Alemanha, que encomendou o estudo. Segundo ele, o Brasil já possui um indústria ambiental consistente. “Mas falta avançar em áreas como saneamento, água e gestão de resíduos.”

De fato: o Brasil possui apenas 51% dos domicílios coletados à rede de esgotos. Não se trata de tratamento, e sim de coleta. Europa e América do Norte, esse índice fica acima de 90%.

Metodologia para o Planejamento Estratégico

Múltiplas são as propostas metodológicas para a realização do planejamento estratégico. Contudo, ao se analisar as metodologias disponíveis com vistas à sua implementação, deve-se, além de considerar os pontos fortes e fracos da organização e as oportunidades e ameaças tanto internas quanto externas, ter em consideração, como afirma Stonner (1992), que

é através da compreensão das necessidades dos clientes e consumidores e da aplicação criativa da tecnologia a elas e pela nossa diferenciação em relação aos nossos concorrentes que a empresa será bem sucedida em nosso mercado cada vez mais turbulento. Contudo, o sucesso nestas áreas somente será obtido através de um planejamento cuidadoso, da constante vigilância e de um processo de melhoria contínua”

Além disto, para se determinar a metodologia a ser utilizada, é preciso também levar em conta as características da própria empresa e do seu ramo de atividade. A metodologia deve, segundo Almeida (1996:1) contemplar, pelo menos, os seguintes aspectos:

1 - Análise do Desempenho da Empresa

2 - Definição da Vocação e do Campo de Ação

3 - Análise da Estratégia Vigente

4 - Análise Ambiental

5 - Estabelecimento da Estratégia

6 - Estabelecimento de Objetivos e Metas

7 - Projeções

8 - Estabelecimento de Ações.


[continua....]


sexta-feira, março 20, 2009

BID empresta US$ 197 milhões para financiar termelétricas no Brasil

WASHINGTON, EUA (AFP) - O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) anunciou, nesta sexta-feira, que entregará 197 milhões de dólares ao Brasil para financiar parcialmente a construção de duas termelétricas - no Ceará e no Maranhão.

Essas duas usinas a base de carvão vão elevar em 1.080 MW a capacidade de geração elétrica para ambos os estados, divulgou o BID.

A instituição também tramitará empréstimos de até US$ 314 milhões com vários bancos internacionais, acrescentou a nota.

O BNDES contribui para o projeto com um empréstimo de cerca de US$ 1,5 bilhão.

Antes de aprovar o crédito, os patrocinadores dessas unidades se comprometeram a desenvolver projetos de energia renovável para compensar as emissões anuais de gases causadores do efeito estufa que serão produzidas pelas duas novas plantas.

CNJ irá estabelecer novas regras para concurso de juiz

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) pretende baixar em no máximo 60 dias novas regras para os concursos de juiz em todo o País. Encarregado de definir o planejamento do Judiciário, o CNJ aprovará uma resolução fixando critérios para os exames de acesso à carreira, que hoje é uma das mais bem remuneradas do serviço público. Um juiz federal novato, por exemplo, começa a trabalhar já recebendo um salário de mais de R$ 19 mil.

"Consideramos que o sistema atual de recrutamento de juízes para ingresso em toda a Magistratura é inadequado", afirmou o conselheiro do CNJ João Oreste Dalazen, que também é vice-presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST). "Hoje, os 66 tribunais brasileiros que realizam concurso para selecionar juízes têm distintos procedimentos e critérios", disse.

A partir de segunda-feira, o CNJ vai disponibilizar em sua página na internet o texto com as mudanças propostas para os concursos. Sugestões serão recebidas até o dia 7 de abril. A intenção é aprovar as mudanças num prazo de dois meses. O conselho já definiu algumas das modificações na sistemática dos concursos. Essas mudanças deverão tornar mais difícil o ingresso na carreira.

O concurso será realizado em seis fases, que incluem avaliações escrita e oral, exames de sanidade física e mental e psicotécnico, sindicância sobre a vida social do candidato, análise dos títulos acumulados e frequência obrigatória em curso de preparação para juízes com prova ao final. Para ser aprovado, o candidato tem de obter uma média mínima de 6 pontos. Dalazen informou que 5% das vagas terão obrigatoriamente de ser reservadas a candidatos com necessidades especiais.

terça-feira, março 17, 2009

CONCEITO DE PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO

Existem muitas maneiras de conceituar planejamento estratégico. Stoner caracteriza o planejamento estratégico como sendo  o “processo de planejamento formalizado e de longo alcance empregado para se definir e atingir os objetivos organizacionais” (1985:73). De acordo com Gaj, o planejamento estratégico “estabelece uma postura em relação ao ambiente; lida com fatos idéias, probabilidades e termina com um plano estratégico”.

O planejamento estratégico, enquanto técnica, pode ser encarado, de acordo com Fischmann e Almeida como sendo “uma técnica que, através da análise do ambiente de uma organização, cria c consciência das oportunidades e ameaças, dos seus pontos fortes e fracos para o cumprimento de sua missão e, através desta consciência, estabelece o propósito e direção que a organização deverá seguir para aproveitar as oportunidades e evitar riscos (1993:25).

O planejamento estratégico pode ser ainda encarado, conforme apresentado Lefebvre e Rosa (1983:5) como  sendo uma  “atividade de escolha dos caminhos que a empresa deverá trilhar para que se adquira maior garantia de que no futuro ela atingirá uma condição desejável”.

É importante destacar, contudo, que não basta ser de longo prazo para ser estratégico pois, de acordo com Rebouças (1989:31), a natureza estratégica do planejamento está intrínseca ao fato de “impulsionar toda a empresa rumo ao crescimento, desenvolvimento, diversificação e inovação e para isto, a empresa precisa de atitudes criativas, interativas, adaptativas e inovadoras de seu quadro funcional motivado e comprometido com os ressaltados a serem alcançados”.

Planejamento estratégico também pode ser definido como uma técnica administrativa que, através da análise do ambiente de uma organização, cria a consciência  das suas oportunidades e ameaças dos seus pontos fortes e fracos para o cumprimento da sua missão e, através desta consciência, estabelece o propósito de direção que a organização deverá seguir para aproveitar e evitar riscos.

Operacionalizando-se os termos constantes nesta definição temos:

  1. Ambiente organizacional: representa tudo aquilo que interfere nos negócios da empresa e que esta não tem condição de alterá-lo.
  2. Missão de uma organização: corresponde ao papel que ela desempenha, ou seja, à sua utilidade.

Dentre os termos relacionados ao planejamento estratégico, pode-se citar:

  • Planejamento tático: objetiva a eficiência da organização, é predominantemente quantitativo, e por abranger decisões administrativas e operacionais corresponde a um planejamento de curto prazo.
  • Planejamento a longo prazo: segundo os autores corresponde à extrapolação do planejamento tático para um período mais longo, sem levar em consideração as variações ambientais e de direção da empresa.
  • Administração estratégica: compreende os processos de capacitação de integrar as decisões administrativas e operacionais com as estratégicas, a fim de obter maior eficiência e eficácia dentro da organização.
  • Objetivos: são aspectos concretos estabelecidos pela organização a serem alcançados, de acordo com a estratégia estabelecida.
  • Metas: representam valores definidos dos objetivos.
  • Política organizacional: são regras de decisão repetitivas suportadas na estratégia estabelecida da organização.

sábado, março 07, 2009

Os alunos que copiam gritam: Queremos Liberdade!! (a)

Recebi por email do Portal Educaional das Américas (OEA), e considerei oportuna a sua divulgaão neste espaço... aí vai o artigo do Prof. Trahtemberg...
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Os estudantes copiam porque se pode aprovar copiando. Copiam porque assim aparentam ter aprendido um tema que não estava ao seu alcance. Copiam por insegurança de dizer o que pensam sem se sentir envergonhados ou burlados por equívocos ou por não coincidirem com o que pensa o professor. Copiam por se sentirem entediados, desmotivados e estafados quando não lhes é exigido pensar e lhes são pedidas tarefas irrelevantes e sufocantes/opressivas. Copiam porque tem preguiça ou desmotivação pelo trabalho escolar. Copiam porque se não existe um vinculo de afeição entre professores e alunos não é interessante demonstrar sua imagem de seriedade. Copiam porque tem medo de não ser o suficientemente hábeis ou por consequências (humilhação, castigos) que podem trazer maus resultados. Copiam se percebem que a meta de seus estudos é a obtenção de boas notas pelas quais serão comparados ou ranqueados, em função de seus resultados. Em suma, copiar é uma forma simples de fugir de uma exigência escolar dolorosa ou não valorizada pelos estudantes.

No entanto, as autoridades costumam qualificar essa cópia como delitiva ou imoral.

Cometer uma falta numa partida de futebol é uma transgressão passível de sanção, mas não imoral; copiar numa prova ou trabalho é uma falta punível (segundo as regras do jogo vigentes), porém não necessariamente imoral, como costumam alguns aduzir.

Poderíamos considerar imoral o professor que acredita ser Deus e que determina que sua “santa” verdade deve ser gravada na mente de seus estudantes como doutrina infalível e inquestionável. A pedagogia moderna não admite essa agressão sistemática à mente humana que decorre da obrigatoriedade de transformar os cérebros infantis em um inútil disco rígido de armazenamento de informações, sem que para isso se forneça o software para o correto aproveitamento.

Alfie Kohn em “Who´s Cheating Whom?” (Phi Delta Kappan, outubro 2007) sustenta que além de culpar os alunos por copiar ou plagiar, também seria bom perguntar (questionar) porque tantos alunos fazem coisas que em teoria não deveriam fazer, bem como, os preceitos da pedagogia escolar sobre a questão. Às vezes prestamos tanta atenção às características de personalidade e conduta individuais, que perdemos de vista o modo como o contexto social afeta o que somos e fazemos. Cada transgressão ou dificuldade acadêmica é tratada como se fora resultado imediato da incompetência ou de uma intenção perversa dos alunos, sem prestar atenção ao contexto aonde essas atitudes ocorrem. Assim, a culpa recai exclusivamente sobre o aluno que copia, sem nem mesmo considerar que, em realidade, o estudante está apenas reagindo a uma pressão intelectualmente abusiva a qual esta sendo submetido.

Resumindo, diria que os estudantes não copiam porque sejam maus. O hábito de copiar pode ser mais bem entendido como um sintoma do que anda mal nas prioridades e enfoques pedagógicos da escola, não apenas como uma mera conduta premeditada censurável dos alunos.

A reflexão que temos que fazer é a seguinte: se copiar é uma infração às regras do jogo da atividade escolar regida pelas autoridades pedagógicas, como qualificar eticamente as autoridades e professores que, com suas atitudes, metodologias e exigências, levam os alunos a copiar? Não é imoral induzir que outros, especialmente os menores de idade, cometam infrações? Se não queremos que os alunos copiem, não devemos propor situações que os tentem a copiar para ultrapassar o tédio, a exigência extrema, memorização, dor, competição ou a obsessão pela disputa, devendo a obtenção de boas notas ser uma meta de aprendizagem. Se não estamos à altura dos alunos de nosso tempo, devemos nos capacitar ou buscar outro oficio, mas nunca descarregar nossas culpas sobre as vítimas.

León Trahtemberg
Editor Convidado
Educador
http://www.trahtemberg.com/

Agradeceríamos se pudéssemos contar com suas idéias, respondendo às três perguntas seguintes:

Em sua experiência pessoal como estudante primário e logo universitário, você sentiu a necessidade de copiar? Quais das razões acima expostas descreveriam melhor o motivo pelo qual você ou seus companheiros copiavam?
Partindo da perspectiva de um professor escolar ou universitário: que estratégias ou enfoques de trabalho fariam desaparecer a necessidade de copiar?

Hoje em dia é muito comum a busca de informações pela internet e, com freqüência, se apela ao “copy-paste” como estratégia para preencher os conteúdos das tarefas e trabalhos, plagiando conteúdos sem nem mesmo citar o nome do autor. Como poderíamos aproveitar essa tendência no sentido de orientar para um trabalho mais original e criativo por parte dos estudantes?

quarta-feira, março 04, 2009

Os revanchistas atacam novamente

Reproduzo aqui o excelente artigo do Senador Temostenes Torres, pu blicado no Blog do Noblat do O Globo... 

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No dia 28 de agosto o Brasil vai ser comemorar os 30 anos da edição da Lei de Anistia. Devíamos estar felizes, mas o diploma legal que deu início à pacificação do Brasil está pronto para ser usurpado. Parte minoritária da nação – em especial a patrocinada pelo governo Lula e suas organizações não-governamentais regiamente remuneradas com dinheiro público – quer se desfazer da lei que deu início justamente à redemocratização brasileira.

Devíamos celebrar a Lei de Anistia, pois ela foi o grande contraponto ao AI-5. Enquanto este prendia e censurava, aquela mandava soltar e anunciava longo período de liberdade. Estranhamente, os 40 anos do AI-5 foram festejados em 2008 como uma vitória da resistência ao regime de 1964. Já a Lei de Anistia vai receber uma recepção de desabono do governo do PT e das esquerdas raivosas. Haverá inclusive campanha publicitária neste sentido.

Querem desmoralizar uma das maiores vitórias políticas da democracia, cuja influência permitiu a reforma partidária, foi decisiva à ascensão das oposições aos governos dos Estados em 1982, criou as condições políticas para a Campanha das Direitas, Já! e abriu caminho à Assembléia Nacional Constituinte. A consequência mais remota da Anistia de 1979 é a própria eleição do Presidente Lula.

O argumento dos revanchistas é de que se trata de uma legislação da ditadura, portanto espúria por natureza, que serviu principalmente para resguardar a impunidade dos torturadores e assassinos que atuaram nos “porões do regime militar.” É preciso rever a história, dizem eles munidos de escassa sabedoria historiográfica.

A Lei de Anistia, em primeiro lugar, não foi fruto das convicções democráticas do governo João Baptista de Oliveira Figueiredo. O último presidente militar decidiu enviar o projeto à Câmara dos Deputados pois era a única saída para se dar continuidade à distensão. Além das pressões internas, o governo do presidente Jimmy Carter não abria mão da abertura política.

A volta dos exilados, o restabelecimento dos direitos políticos dos cassados e do habeas corpus para os que cumpriam pena, exceto por terrorismo, foram os primeiros passos em direção à democracia e uma bandeira essencialmente da esquerda. Não havia militares nas ruas a pedir Anistia, embora o estatuto legal alcançasse a todos. Aliás, as últimas manifestações de recrudescimento do regime se deram justamente em torno do processamento do perdão.

Os militares queriam uma Anistia contida – parte deles não queria Anistia alguma – enquanto as esquerdas propugnavam o lema Anistia Ampla, Geral e Irrestrita. O processo legislativo teve andamento exatamente neste sentido. De um lado o MDB, empurrado pela pressão da sociedade, perseguia uma Anistia mais próxima do slogan abraçado por toda esquerda. De outro a Arena, com a maioria, manobrava para operar a Anistia restrita do governo militar.

Não se pode admitir que, 30 anos depois, as mesmas pessoas que queriam Anistia Ampla Geral e Irrestrita venham dizer que a bandeira de luta foi um erro estratégico e que precisa ser revista para corrigir as injustiças. Mais acintoso ainda é o secretário Nacional de Direitos Humanos convocar a “sociedade” para ingressar com ações judiciais em massa para rever o caráter de um ato jurídico perfeito. Ora, se o objetivo é forçar a abertura dos arquivos do regime militar, basta dar um telefonema para a ministra Dilma Rousseff. Ela ficou encarregada da providência em 2005 e até agora nada de incluir os arquivos da ditadura no PAC. Tem sido uma mãe desnaturada neste quesito.

Sobre a busca das ossadas dos terroristas que morreram em combate na Guerrilha do Araguaia, isso tem nome de revanche arqueológica com finalidade advocatícia. Eis aí um servidor comissionado imbuído da função de fazer prova contra o Estado. Eu sou solidário com a dor das famílias que não conseguiram enterrar seus mortos. Não tem indenização que paga a dor. Sofrimento que vai ser utilizado em campanhas publicitárias em busca de respostas que só o governo é capaz de fornecer.

O grande mérito da Lei de Anistia foi promover o reencontro do Brasil com a parte banida e trazer democracia plena. O titular dos direitos humanos diz que precisamos preservar a memória histórica. Ótimo! Argumenta que ao não permitir o esquecimento do passado evitaremos os retrocessos institucionais. Perfeitamente! Agora, em nome da memória histórica não podemos nos esquecer do bem que a Anistia fez ao Brasil.

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terça-feira, março 03, 2009

Sínteses - Planejamento estratégico.. Parte I

Para meus alunos, que desejarem recordar, aqui vão umas sínteses de aula sobre Planejamento Estratégico.

Lembro que as citações são do livro-texto da disciplina.
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Dentro das organizações é possível distinguir três níveis de administração:
  • estratégico: responsável pela direção geral da organização, adaptando-a às diferentes pressões do ambiente que a envolve;
  • tático: também conhecido como administrativo, preocupa-se com o relacionamento e integração interna da organização; e
  • operacional: trata das operações dos diversos setores da organização.

A fim de se complementar os níveis de planejamentos operacional e administrativo, existe o planejamento estratégico. Este tipo de planejamento corresponde a uma técnica essencial para a sobrevivência e sucesso de todas organizações, independentemente do tamanho ou complexidade das mesmas.

O planejamento estratégico busca a eficácia das organizações, isto é, procura orientar os esforços na direção mais correta a seguir.

continua......

segunda-feira, março 02, 2009

Levitação...

Pois é.. pensei que só eu pudesse levitar.. mas um camarada lá na Espanha deixou o povo espantado com uma perfomance de levitação em plena Praça de Madri...

veja o vídeo..



bração...