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terça-feira, agosto 25, 2009

Na minha Infância.. .


Eu, quando pequeno, morava no que se chamava à época "Casas Populares"... o nome já diz tudo.. uma experiência de desenvolvimento da era da Ditadura Militar.. houve sim um grande "boom" de vilas populares.. casinhas de 2 ou 3 quartos, todas iguais.. .etc.. (como as da foto ao lado....)

Lembro que para a construção a mata foi toda cortada.. o verde desapareceu e no seu lugar só cimento e telhas vermelhas.. .a rua era ainda, à época, de terra batida e o poeirão cobria as casas quando passavam caminhões carregando gado.. prá onde iam, não sei... nunca sou be... só sei que meu amigo Rex (um viralatas puro sangue, branco com manchas pretas) morreu alí, na minha frente debaixo do rodado de um desses caminhões.. jurei nunca mais ter cachorros.. foi triste..

Amigos, tinhamos aos montes.. todos morando por perto e brincando na mata ou nas "erosões" (que achávamos um paraíso.. se soubéssemos do que se tratava.. ) chamávamos aquilo de "buracão".. já viu né..
Bom todas essas recordações são para postar uma letra de música italiana que me tocou muito.. do recém descoberto, por mim é claro, Adriano Celentano...

aí vai:


Bração...
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il Ragazzo Della Via Gluck
Adriano Celentano

Questa è la storia di uno di noi
Anche lui nato per caso in via Gluck
In una casa fuori città
Gente tranquilla che lavorava
La dove c'era l'erba ora c'è una città
E quella casa in mezzo al verde ormai
Dove sarà?Questo ragazzo della via Gluck
Si divertiva a giocare con me
Ma un giorno disse vado in città
E lo diceva mentre piangeva
Io gli domando amico non sei contento
Vai finalmente a stare in città
La troverai le cose che non hai avuto qui
Potrai lavarti in casa senza andar giù nel cortileMio caro amico se qui sono nato
E in questa strada ora lascio il mio cuore
Ma come fai a non capire
E' una fortuna per voi che restate
A piedi nudi a giocare nei prati
Mentre la in centro io respiro il cemento
Ma verrà il giorno che ritornerò ancora qui
E sentirò l'amico treno che fischia cosìPassano gli anni ma otto son lunghi
Però quel ragazzo ne ha fatta di strada
Ma non si scorda la sua prima casa
Ora coi soldi lui può comperarla
Torna e non trova gli amici che aveva
Solo case su case catrame e cemento
La dove c'era l'erba ora c'è una città
E quella casa in mezzo al verde ormai
Dove sarà?Non so, non so, perché continuano a costruire le case
E non lasciano l'erba, non lasciano l'erba,
Non lasciano l'erba, non lasciano l'erba
E no se andiamo avanti così
Chissà come si farà, chissà, chissà come si farà

sábado, agosto 22, 2009

Adriano Celentano..

Caramba!!! Descobri que na Itália não tem só a AZURRA!!!! tem também esse cara aqui.. é muiiiito bom!!!




Bração!!!

sábado, agosto 15, 2009

Uma Valsinha... Mina & Chico...

Ae.. Alê.. quem sabe vc gosta disso aqui...

Falando de amor... parlando d'amore...

Meu amigo-irmão Alessandro me presenteou, quando veio da Itália passar uns dias em minha casa, com uma coleção de CD's do Grande Lucio Batisti..

confesso que nunca ouvira falar de Batisti.. mas, segundo o Alê, Batisti teria sido uma espécie de Roberto Carlos italiano.. mantendo-se, é claro, as devidas proporções..

Bem.. uma das músicas que gostei foi "Io vivrò senza te" .. que econtrei agora numa voz que também desconhecia, mas que de pronto apaixonei-me.. Mina..

vejam o vídeo:



Me piaccere molto!!!

bacione...

Parole Parole...

Sabe... .?? o que anda faltando aqui são palavras... então.. encontrei isso aqui que adoro!!!

Mina & A. Lupo _ Parole parole



Pode parecer uma canção romântica.. mas, eu,por outro lado, vejo aqui uma crítica aos machismo.. ou, ao menos, às cantadas furadas de alguns... "se você não existisse eu teria que te inventar..."

Pode ser, por outro lado, que seja mesmo um romantismo canalha.. daqueles que algumas mulheres adoram.. (ops.. serei eu um deles???).. ajuda aí Dani!!!!

bração..

segunda-feira, agosto 03, 2009

SENADO

"O senado tem o poder de fechar os olhos, esperar o sono, não ver as coisas, nem sonhar com elas; tem até o poder de ficar admirado, quando acordar e vir que elas cresceram, tais como crescem as plantas, quando dormimos, — ou como nós crescemos também. Todos estes poderes faltam ao simples contador da vida."

Fonte: Crônica, A semana, 1892 - Obra Completa de Machado de Assis. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, Vol. III, p. 160, 1994.