quarta-feira, outubro 31, 2001


Receita de frango assado no sal grosso

Outro dia, vendo o Diário do Olivier na GNT, um programa sobre culinária regional, interessou-me o prato de ave assada no sal grosso e visitei o site do apresentador para anotar a receita: um frango inteiro (coloque dentro um cebola bem grande), deite o bicho de barriga para baixo numa assadeira funda sobre uma camada de sal grosso (dois dedos), cobrindo a peça, inteiramente (usei três kilos), com o citado cloreto de sódio. Há quem jure que já fez sem cobrir com sal e também funciona. Asse ao forno a 180 graus por duas horas. Ao final, retire o sal, a pele e os ossos (Lígia diz que a função da cebola é soltar a ossamenta, enquanto a do sal é absorver toda a gordura do galináceo). Sirva com batatas cozidas ou assadas. Para pessoas exigentes, na falta de um bom vinho italiano, recomendo o vinho Valduga, cabernet, safra 99, seguindo a dica de Anderson, primogênito do clã Valduga, cuja adega visitamos neste inverno lá nos pagos do Rio Grande do Sul. Se Ernesto Ruiz e Mieko, forem convidados para o jantar recomendo fazer o pudim de chocolate com a receita da Beth Misk, mulher do Xandi Fontes. A receita de frango assado no sal é barata, portanto, ao alcance de qualquer candidato a novo emprego e, garanto, própria para aumentar a auto-estima e o prestígio de cozinheiros neófitos.

Sobre Novelas

Sobre as novelas.. é isso mesmo.. acho que a Glória Perez poderia mudar um pouquinho esse roteiro... já está ficando uma chatice (como mostrou o Casseta e Planeta aquela história do Lucas e da Jade!
Mas é isso mesmo.. Como disse o Alessandro.. aqui em terras brasilis a coisa não é tão diferente do resto do mundo! Também temos nossa TV de péssimo gosto (ou ao menos, de gosto duvidoso!)

Bração!

Bom Dia


Que
legal!


Estou vendo que nossos
amigos Marcílio e Alessandro estão com a corda toda!
O Marcílio sempre nos dando sua visão dos livros que lê..
e o Alessandro falando de seu amor pelo Brasil e com histórias
sempre legais e interessantes!


PArece que temos
dois cronistas do dia-a-dia aqui! Que bom! É essa a idéia
do Diário.. vamos em frente sempre!


Eu é que tenho
tido dificuldades no acesso e me sinto em dívida com vcs, amigos
leitores e colegas de escrita! Mas prometo, juro, garanto, que vou resolver
tudo isso.. assim que tiver coragem e mais nenhum compromisso..


... Tomo um café
com guaraná para me animar! Mas ficou tão tarde que é
melhor deixar prá lá.. sempre teremos tempo para dizer tudo
o que temos para dizer... (ah! a frase anterior é de uma música
do Pato Fú
uma banda muito legal! aqui do Brasil. Para o Alessandro, que é
vidrado em MPB, taí uma boa escolha de coisa moderninha feita aqui
no nosso país...


Quanto ao Michael
Focault... confeso que sou ignorante quanto à obra desse pensador..
Mas as contirbuições do Marcílio são sempre
boa fonte de informação!


Ah! Aqui em casa
continuo a procurar por um emprego (trabalho) estou tendo algumas entrevistas,
mas nada ainda promissor.. Para distrair, me enfio na cozinha e invento
pratos e mais pratos! Ontem foi a vez de um Caldo Verde, a base de couve-mineira..
Lembrei dos nossos dias de Verdilha! Lembra , Marcílo?


Mas a especialidade
é Massas (ou Pasta! na Italia). Ontem fiz o famoso Caneloni, como
prato principal... como entrada o caldo verde... de sobremesa, uma (é
uma ou um??) Mouse de Maracujá!


Deve haver em algum
lugar links para todos estes pratos, mas não estou muito disposto
a pesquisar isso na net.... fico devendo!


Bração...



Novela das oito

Outro dia eu ousei advinhar que o futuro da novela das oito estaria sempre mais ligado ao Marrocos e que a Globo teria dificuldade em trazer os personagens de volta ao Brasil. A hipótese levantada era de que os ataques terroristas aos USA (ou a nossa veia mourisca?) estariam a pedir mais informações sobre a cultura do Islã. Os instrumentos de pesquisa de marketing detectam (leia-se IBOPE) e lá vão cenas dos costumes marroquinos à mesa. "No capítulo de hoje, Leônidas pede que Lucas vá ao Marrocos. Jade escuta quando Ali comenta que Lucas está chegando. Quer saber mais?"

terça-feira, outubro 30, 2001

FUTEBOL & DINHEIRO

Se hoje o Roberto Carlos se queixa do seu baixo salário diz respeito ao do Zidane, está certo que amanhã o mesmo Zidane irá se queixar diz respeito ao campeão que surgirá daquí a pouco. De fato, os salários dos jogadores de futebol subiram rapidamente nos últimos anos: mas, crescendo crescendo a bola vai explodir. Na Itália a soma das dívidas de todos os times da primeira divisão ultrapassa os 520.000 dólares e times como Fiorentina, Sampdoria e Salernitana estão à beira do abismo. Os "poderosos" vivem graças ao dinheiro das famílias que os sustentam: a Inter de Moratti (petróleo) e Tronchetti Provera (Pirelli), o Milan de Berlusconi e a Juventus da mais poderosa família italiana (Agnelli - Fiat e muito mais). Já os novos industriais vivem dias difíceis (Sensi da Roma, Tanzi (Parmalat) do Parma e Cragnotti da Lazio). Agora tem a bela fábula do Chievo mas se por acaso terá duração não poderá sustentar os altíssimos custos deste circo. Este é um futebol marketing e não futebol esporte.

BRASIL

É Nêodo.... eu sou de formação católica e não creio muito na reincarnação; mas já dizendo "não creio muito" deixo espaço as dúvidas. Se eu vivi uma outra vida estou certo que fui brasileiro, e do mais patrióticos! No curso da minha vida encontrei pessoas brasileiras e surpreendi todas falando "um bom português" e conhecendo um pouco da história, geografia e tradição brasileira. Confesso que fico um pouco orgulhoso disso, porquê tudo o que eu sei aprendi sozinho.
Muito obrigado pelas tuas palavras, até logo,

Alessandro.

Las meninas

O quadro se chama "Las damas de honor", mas ficou conhecido como "Las meninas". Foi pintado em 1656 pelo mestre do barroco espanhol Diego Rodriguez da Silva Velázquez, nascido em Sevilha, em 1599, e morto em Madri, em 1660. A tela mede 3,18 e 2,76, óleo sobre tela, pertence ao acervo do Museu do Prado, de Madri, segundo dados colhidos na Encarta.

Nessa tela Velasquez faz seu auto-retrato em plena atividade no ateliê, em companhia da Infanta Margarida, rodeada pelas damas de honra, cortesãos e anões, quando pintava o retrato do casal real da Espanha, Felipe IV e Mariana, que aparecem refletidos no espelho situado no centro e ao fundo do quadro.

A descrição de As meninas é objeto do primeiro capítulo do livro As palavras e as coisas, de Michel Foucault, cuja versão original foi publicada em 1966 pela editora Gallimard, Paris, sob o título Les mots e les choses - une archéologie des sciences humaines.



segunda-feira, outubro 29, 2001


Pablo Tornielli analisa Borges
Pablo Tornielli, no artigo intitulado ALGUNOS MOTIVOS ÁRABES E ISLÁMICOS EN LA OBRA DE BORGES , datado de Buenos Aires, outubro de 2001, refere-se à geografia e à linguagem criadas por Borges como algo tão poderoso "(...) al punto de haberse editado diccionarios borgianos que someten su exuberante código de símbolos a la ingenua clasificación alfabética." tendo criado "(...) una impresionante galería de imágenes con gran poder de sugerir significados."
Seria ótimo se Tornielli fosse mais preciso nessa citação, dando-nos uma pista para localizarmos essas obras, pois a única informação que possuo sobre "classificação alfabética" é o comentário de Michel Foucault sobre um texto de Borges remetendo a uma misteriosa "enciclopédia chinesa" (vide o Prefácio de As palavras e as coisas. Uma arqueologia das ciências humanas.Livraria Martins Fontes Editora, 1987 (4a. Edição) Titulo original: Les mots e les choses.Une archéologie des sciences humaines. Gallimard. Paris, 1966), sem dizer que Borges é esse sem fazer também qualquer citação bibliográfica. Coisa perfeitamente desculpável no sábio francês... Como Foucault inicia o Prefácio dizendo "Este livro nasceu de um texto de Borges." imagina-se logo que esse Borges só pode ser o poeta argentino. Foucault ficara impressionado com o mundo borgiano, especialmente com esse texto que "(...) fez-me rir durante muito tempo, não sem um mal-estar evidente e difícil de vencer." (idem, p.7) , onde identificava "(...) um pensamento sem espaço, a palavras e categorias sem tempo nem lugar mas que, em essência, repousam sobre um espaço solene, todo sobrecarregado de figuras complexas, de caminhos emaranhados, de locais estranhos, de secretas passagens e imprevistas comunicações; haveria assim, na outra extremidade da terra que habitamos, uma cultura voltada inteiramente à ordenação da extensão, mas que não distribuiria a proliferação dos seres em nenhum dos espaços onde nos é possível nomear, falar, pensar." (idem p.9)

domingo, outubro 28, 2001


O preço de um craque
Dizem que Roberto Carlos, não o cantor mas o zagueiro da Real Sociedad e também da seleção do Brasil, ficou p da vida quando soube que Zidane, o argelino centroavante da Juventus de Turim e da seleção da França, que liquidara o Brasil na última copa, havia sido comprado por 50 milhões de dólares, enquanto por ele haviam pago míseros 2,5 milhões.

sábado, outubro 27, 2001

Como "ameacei" no meu último posting, vou contar a história do meu encontro com a música brasileira.
Do 1980, ano da minha descoberta do Brasil, em diante da Terra Brasilis estava conhecendo, graças ao futebol, um pouco de geografia. Eu procurava, nem tanto a dizer a verdade, notícias sobre o Brasil e a sua língua: por isso as poucas vezes que eu encontrava palavras em português eu as escrevia num caderno que virou um pequeno dicionário muito caseiro. Em 21 de setembro de 1984, dia do meu 15° aniversário, recebi como presente um disco. O meu amigo me disse que se eu queria poderia troca-lo com um do que eu gostasse mais. Eu sabia de uma coletânea produzida em Itália de música brasileira e resolvi fazer esta troca.
Bem, naquele momento começou de verdade o meu interesse pelo Brasil. Da música brasileira eu só sabia a melodia de "Aquarela do Brasil" (mesmo não sabendo o título ainda menos o autor e eu pensava até que fosse o hino do Brasil!) que era também a primeira faixa do meu primeiro disco. Depois de algumas coletâneas, nem sempre de boa qualidade, chegaram os dois primeiros discos de "autor", como se diz na Itália: no Natal de 1985 recebi "Botequim" (Toquinho - Gianfrancesco Guarnieri, 1975) e "São demais os perigos desta vida..." (Toquinho - Vinícius de Moraes, 1972). Como eu conhecia o dono de uma loja de discos na minha cidade, era ele que procurava discos pra mim; na verdade eu comprava sem saber nada do autor, à excepção do Toquinho famoso na Itália sobretudo nas décadas 70/80. Por exemplo quando comprei o meu primeiro disco do Roberto Carlos (1986) o meu amigo me perguntou se eu o conhecia e eu respondi que de Roberto Carlos eu conhecia só o goleiro da Seleção! (é preciso dizer que o "Rei" ficou muito famoso na Itália na década de 70 com várias canções com versão em italiano). Comecei a precisar de uma coisa que me ajudasse a lembrar nomes e canções: aí nasceu um arquívio de autores de canções que eu achava nos discos com todas as faixas que eu conhecia; este arquívio é atualizado todas as vezes que eu compro discos. Só que hoje está no meu computador (mas tenho os velhos de papel e caneta por lembranças). Aquí uma demonstração da total ignorância que eu tinha da música brasileira. Eu tinha em "A" Antonio Carlos Jobim e em "T" Tom Jobim, sendo pra mim duas pessoas diferentes! Eu só tinha a voz do Tom num disco do Vinícius de Moraes e um dia achei o disco "Antonio Carlos Jobim" onde está "Águas de março" (em português e inglês). "Conhece isto?" me perguntou o meu amigo dono da loja. "Não", respondi "eu conheço só TOM e não Antonio Carlos Jobim!". Bom, voltei pra casa (com os risos de outros amigos que me achavam bobo pra comprar discos de música brasileira) e ouvi o disco. Além da surpresa de "Águas de março" que já conhecia, reparei que a voz do Antonio Carlos era muito semelhante à do Tom e que tinham o mesmo jeito de dizer "de repente". Então escrevi na primeira página do meu arquívio: Antonio Carlos Jobim e Tom Jobim provavelmente são a mesma pessoa. Agora estou certo que são a mesma!!
Eu buscava escrever num outro caderno as palavras das canções assim como eu as ouvia: depois eu "cantava" junto ao disco e assim aprendi a "falar" português sem saber o que eu estava dizendo. Na verdade quando eu compro discos (até hoje são mais de 400) brasileiros eu não compro só música: eu compro gramática, uso do idioma brasileiro, geografia, história, tradição: numa palavra: civilização (brasileira). Os discos que tenho são a base de todo o pouco que conheço do Brasil. Um exemplo é o LP n.10 da minha coleção: trata-se do disco duplo de só poesias que o Vininha gravou em 1977. Eu tinha 16 anos quando o comprei e enquanto os meus amigos escutavam músicas anglofonas eu estava escutando poesias em uma língua que não conhecia ficando feliz quando compreendia duas palavras na mesma frase! Agora compro discos cerca de uma vez por mês fazendo cerca de 100 Km, entre ida e volta, na única loja que eu vi até agora onde os artistas brasileiros são catalogados por nome e não em seções como por exemplo "musica brasiliana" ou "musica latina". Teria mais historinhas, mas paro aquí.
Peço enorme desculpas ao amigo Nêodo da duração deste meu posting: só gostava de contar com todos os detalhes possíveis este encontro importante para mim.
Ciao.

Alessandro.

quinta-feira, outubro 25, 2001

A pedido do Nêodo vou dizer um pouco mais sobre o Casquinha. Na verdade eu o conheci há pouco tempo graças ao seu primeiro disco solo que gravou à idade de 78 anos (e que comprei há duas semanas). Nascido no Rio em 1° de dezembro de 1922, é filho de carioca e de alemão (eis o porquê do clássico nome Otto). Na Portela conheceu o Candeia com quem fez várias canções. Gravou alguns discos com grupos de samba e é integrante da Velha Guarda da Portela. A foto que descrevi está no encarte do seu disco solo "Casquinha da Portela" de 2001 pela Lua Discos, o seu primeiro (nunca é tarde demais!). Mais notícias sobre o Casquinha: www.cliquemusic.com.br (verdadeira enciclopedia da música brasileira).
Em breve, esperando de não aborrecer o pessoal, vou descrever em detalhes o meu encontro com a música brasileira.
Ciao.
Alessandro

Borges aprende árabe no fim da vida
Pouco antes de morrer, Jorge Luis Borges começou a aprender o idioma árabe. A decisão de estudar a lingua semita, ouvindo de um professor egípcio trechos do Corão e a pronúncia de palavras usadas em seus inúmeros contos, que nos remetem à Andaluzia islamizada, lembra-me a notícia, lida em algum lugar, de que certa vez, estando na cidade do México, o poeta resolveu visitar o sítio arqueológico de Palenque, enfrentando uma longa viagem até às selvas do golfo, sentando-se a meditar por algumas horas num muro de pedra das ruinas da cidade, cujos vestígios os seus olhos não lhe permitiam ver, e regressar, em seguida, pelo mesmo caminho à capital do país asteca, onde a região dos antigos maias, que inspirou o antropólogo Robert Redfield a montar sua teoria do "continuum rural-urbano", é jocosamente chamada de "república yucateca".
O que levou o poeta, octagenário e cego, a tomar aulas de árabe no fim da vida? Isto é o que nos conta Pablo Tornielli no artigo intitulado ALGUNOS MOTIVOS ÁRABES E ISLÁMICOS EN LA OBRA DE BORGES , datado de Buenos Aies, outubro de 2001.

quarta-feira, outubro 24, 2001

Alguns dias atrás vi uma foto que me emocionou muitíssimo: é uma foto em "preto e azul" de Marco Terranova.
Trata-se de um vulto de um homem idoso quase de perfil. Devido à cor azul, este homem não tem raça, ou melhor, é todas as raças. Nota-se as rugas e os olhos de quem já viveu muito e sofreu como qualquer homem comum sofre longo o curso de sua vida: mas os mesmos olhos são o espelho da dignidade do presente e ainda olham para o futuro. Passado, presente, futuro: esta foto poderia representar o vulto da humanidade, poderia ser a foto do Homem, da raça humana como deveria ser.
O nome do homem poderia não ter importância, a foto me emocionou por si mesma, mas quero dizer a quem pertence esta imagem humana: Otto Enrique Trepte, o Casquinha da Portela.

segunda-feira, outubro 22, 2001


Citação Bibliográfica
Outro dia falei da descrição que Michel Foucault faz de um quadro de Velaquez na introdução de seu livro sobre As palavras e as coisas.
Nessa obra ele refere-se também a uma misteriosa Enciclopédia Chinesa, que atribui a Borges, mas sem dizer que Borges é esse e sem fazer qualquer citação bibliográfica. Coisa de sábio francês...Diante do insucesso das primeiras pesquisas, desafiei meus alunos a localizar o texto, oferecendo-lhes nota máxima na disciplina que lecionava. A maioria desconhecia inteiramente Jorge Luis Borges, cuja obra completa só recentemente foi traduzida no País, e, tampouco, animara-se a traduzir espanhol, resultando o assunto pendente, passados quase cinco anos. Lembro-me que, à época, lancei outro desafio, também sem obter resposta. Em algum lugar de sua obra, Émile Durkheim fala que "o sociológico vem antes do psicológico". Este tema é retomado por Claude Lévi-Strauss num ensaio, quase cinquenta anos depois, sem referência ao velho mestre. Me dei conta disso ao reler a obra de Durkheim para preparar um curso de teoria sociológica clássica. Embora vivamente interessado no tema, mais tarde me foi impossível localizar a frase na obra dos autores pois não fizera qualquer anotação.Chequei a digitalizar alguns textos (A divisão do trabalho social, As formas elementares do parentesco, O método sociológico, O suicídio, Tristes trópicos, Antropologia Estrutural e o O pensamento selvagem), na esperança de que a função localizar do word me ajudasse, mas foi em vão. Terminada esta greve, penso renovar esses desafios. Quem sabe desta vez tenha mais sorte.
Bom Dia

Olá pessoal, mais uma vez estou aqui numa conexão rápida! Estou no Ciber Café do Rio Sul, um Shopping do Rio...

Legal.. mas o tempo já está acabando... faltam ainda 13 minutos para o fim..

Legal esta histório que o Marcílio contou.. já pensou heim! Quanto à intelig~encia subdesenvolvida, uma entrevista com o Físico Britânico Hawking, garante que breve teremos uns seres ciber-ôntiucos, (é assim mesmo???) Segundo Hawking a raça humana não sobreviverá ao final do milênio.. e por isso é preciso o investimentos empesquisas sobre ciborgues.. é nmole? Ontyem até passou um filme na RedeTv(ou foi Record) que tinha um cara com o nome significativo de PlugHead.. ou, cabeça de tomada.. é brincadeira.. o cara tinha a cabeça cheia de portas seriais, RD2, portas e mais portas e pluges dos mais diversos.. segundo o Físico seria mais ou menos isso um ciborgue? Creio que não.. o André Lemos vem trabalhando com isso na UFBA vale a visita ao site do Grupo Ciberpesquisa.

Bom gente... valeu, faltam ainda 7 minutos para encerrar meu tempo e vou dar uma olhadinha no mail..

T+

domingo, outubro 21, 2001


Ciência médica - até onde confiar na ciência?
"Mais felicidade" é a notícia de dois terços de página que a revista Veja publica na edição de 10 de outubro de 2001, p. 127, com o subtítulo de "Chega às farmácias o Uprima, outra droga antiimpotência", assinada por um tal de Ariel Kostman, mas com indisfarçavel formato de peça de marketing. O medicamento Uprima, recém lançado pelo laboratório Upjhon é contraposto ao Viagra, da Pfizer. As vantagens do Uprima sobre o Viagra seriam o fato dele levar menos tempo para fazer efeito e poder ser tomado junto com drogas vasodilatadoras a base de nitratos (Isordil, Isocord e Substrate). Enquanto o Viagra "age no pênis, relaxando a musculatura e aumentando o aporte de sangue para a região" o Uprima "age no sistema nervoso central, facilitando a condução dos estímulos sexuais do cérebro até o pênis." pelo aumento da dopamina. Diz a notícia que "O princípio ativo do Uprima é a apomorfina. Essa substância foi inicialmente usada pela indústria farmacêutica como indutora de vômitos em situações de intoxicação. Depois, passou a ser utilizada no tratamento de mal de Parkinson, já que conseguia reduzir a rigidez muscular que caracteriza a doença. Os médicos notaram que vários pacientes portadores de Parkinson exibiam um efeito colateral inusitado: tinham ereções. Os pesquisadores tiveram, então, a idéia de criar um remédio a base de apomorfina para curar a impotência." Do geito que a avança a ciência médica, qualquer dia os laboratórios tentarão nos convencer de que remédios antigos, por exemplo, antidiarréicos, podem aumentar o coeficiente de nossa subdesenvolvida inteligência.

sábado, outubro 20, 2001

Não sei qual é a qualidade da televisão no Brasil: só sei a da Itália que é péssima. Alguns anos atrás a televisão italiana estava cheia de cenas de violência e de sexo; assim os donos das várias TVs decidiram pela "moralização" da mesma. Falou disso também o "Jornal do Brasil". Bom, o resultado desta moralização foi que tudo ficou como antes e, se possível, a qualidade piorou. Os programas inteligentes ficam no ar só depois das 23:00. Cenas violentas aparecem a toda hora mas o assunto do que eu quero falar é outro. Há alguns anos apareceram programas (todos iguais com títulos diferentes) chamados "televisão verdade": na realidade acontece que uma pessoa está no programa pra contar fatos de sua vida e tem o público que faz perguntas e ela responde. Trata-se sempre de casos não comuns e, quase sempre, tristíssimos. A grande maioria de fatos desta "televisão verdade" são.... inventados e, mais estranho o caso é, maior é o número de pessoas que seguem o programa. Há uma verdadeira multiplicação destes programas em todas as redes. Daí um pensamentos: se há tantos programas assim é porquê a gente quer. Duas coisas; ou as pessoas gozam das desgraças alheias ou vêr as desgraças dos outros é um alívio às próprias. No final cada um tem a televisão que quer e que merece!!
Até a próxima moralização, se a gente quiser.
Alessandro.

sexta-feira, outubro 19, 2001


Pecados capitais

Uma editora nacional (Objetiva) lançou há pouco tempo uma coleção com ensaios sobre os sete pecados capitais (avareza, gula, inveja, ira, luxúria, orgulho (soberba) e preguiça), tendo convidado sete autores para discorrer sobre cada um desses vícios. João Ubaldo Ribeiro, a quem tocou escrever sobre a luxúria, evitando dar explicações sobre o processo de criação, usou do expediente de atribuir o texto a uma velha senhora, cujo depoimento recebera por correio sendo por ele apenas revisado. As mulheres com quem falei e que leram o livro acreditaram piamente na história. Todas alegaram que um homem não poderia ter escrito aquilo por serem coisas muito íntimas e próprias da psicologia feminina. No meu entender só este fato já consagra um Autor. Os outros ensaios ainda não li. O primeiro volume da série (Plenos Pecados) ficou a cargo de Zuenir Ventura, e foi dedicado o Mal secreto, a inveja.

quinta-feira, outubro 18, 2001

Gente nova na Casa

Hoje chegou em casa mais uma "filhinha".. acho que em substituiçãoà que se foi..
Uma cocker Spaniel, linda! Mas ainda estamos em d´´uvida quanto ao nome..

Está entre Skizer, Kiki, ou Vênus...

Eu prefiro um nome Grego ou Egípcio... vamos ver...

Os amigos tem escrito bastante.. estou contente com isso..
Eu é que nãoo tenho muito tempo..
Agora vou começar um curso de ABAP/SAP mês de novembro.. caríssimo.. mas acho que valerá para o futuro..

Bração...

Xador: aí está o busílis
O Xador, segundo o Aurélio, é uma "veste feminina, usada no Irã, e que vai da cabeça aos tornozelos, deixando de fora apenas os olhos.". Semelhante ao nosso xaile ou xale, "espécie de manta, em geral de lã ou de seda, com que as mulheres cobrem e agasalham os ombros e o tronco, e às vezes a cabeça:" (idem). Uma variação do xador é o burqa usada no Afeganistão, que cobre toda a cabeça, trazendo um quadrado de tela à altura dos olhos e do nariz para permitir que a mulher enxergue e respire.
Como a marcar essa diferença da posição da mulher nas culturas islâmica e cristã, o casal caminha pelo gramado da residência oficial, ambos na direção de algo que não se sabe bem o que é, mas que pode ser um helicóptero ou uma coletiva. Ele de paletó aberto, a passo de marcha, um pouco a frente; ela vestindo um tailleur onde uma calça comprida substitui a saia, na tentativa de aparentar descontração e confiança. Contudo, observando atentamente a mulher, nota-se um certo recato e timidez na inclinação da cabeça ao desempenhar o papel, revelando ser alguém que, decididamente, jamais sentiu a ponta da língua no botão. Nisso os dois lados se tocam. Mas fica uma dúvida: se por baixo do xador e do burqa não acontecem loucuras.
É o que a novela das oito está tentando mostrar quando revela a intimidade do casal Mohamed e Natifa.
As novelas brasileiras, com raras exceções, são ambientadas no País, embora possam ter um ou dois capítulos rodados no exterior. Na atual novela das oito a Globo parece estar prolongando a permanência dos personagens no Marrocos e não é de duvidar que fiquem lá mais tempo. A produção deve ter sido definida antes do atentado terrorista de 11 de setembro e agora os rumos da história são impremeditados.
A idéia deste blog me veio de uma crônica de Roberto Pompeu de Toledo "Em torno do Xador", publicada na Veja, em 17 de outubro, 2001, p. 174. onde ele coloca que "No atual momento de barbárie e de guerra, concentremo-nos no xador. Ou melhor, no que existe dentro dele. Procuremos a mulher. Eureca! Eis a chave de tudo! Está ali, no modo de encará-las e conceber o papel que lhes cabe, um dos pontos centrais - não, o ponto central - da divergência entre as duas concepções de mundo que se chocaram, primeiro nos céus de Nova York e, agora, nos do Afeganistão."
Como podem ver, não estou tão seguro de que no mundo ocidental a relação de gênero e o papel da mulher seja uma coisa resolvida.

quarta-feira, outubro 17, 2001

Há uma hora ouvi uma coisa muito curiosa na televisão: o hino italiano. A curiosidade? A letra era do hino mas "estava" na música de "Águas de março" do Tom Jobim!
Jean, é verdade; eu não vejo os teus "posting" pela razão que você disse (vi o teu blog no computador onde trabalho e estava muito legal). Tenho que agradecer o Marcilio que tem sempre histórias a contar e que muitas vezes fazem abrir interessantes discussões.
Um abraços para todos,
Alessandro.

Iluminando as minhas madrugadas
Acordei de um pesadelo suando, apanhei a lanterna e acionei LIGHT, antes de levantar e caminhar rumo ao banheiro. Esta pequena maravilha, no formato de um tubo achatado, do tamanho de minha mão, tem quatro posições no botão comutador: off, tube, blink e light.Isto não está muito claro na disposição das palavras escritas com letras de forma:LIGHT/BLINK, de um lado e a frente do botão comutador, e TUBE/OFF, no lado oposto e sob esse mesmo botão. Embora a lógica das funções não seja imediatamente evidente, é correta quando estudada com calma ou acionando-se o interruptor devagar. O problema é que ele é um pouco duro para deslizar, impedindo o controle total de cada movimento. Além disso, as luzes acendem com cores e em lados diferentes surpreendendo e distraindo o usuário. Senão vejamos: se colocarmos a lanterna em pé - ela tem uma sapata própria para isso na tampa da câmara de baterias que exerce, por sua vez, a dupla função de fonte de alimentação e lastro para sustentar a verticalidade - o botão on/off desliza de baixo para cima passando da posição "desligado" para "facho de luz" (light) - a lâmpada desse facho está na extremidade oposta embutida no corpo da lanterna, portanto na parte de cima) - transitando por TUBE e BLINK. O primeiro corresponde ao tubo florescente e o segundo ao pisca-pisca tipo carro de bombeiro, sendo que o Tube toma todo um lado e Blink uma ponta do lado oposto, na parte de cima, perto do facho de luz. A lanterna é de material plástico resistente, bastante leve, nas cores preto e vermelho coral. Tem um cordão para segurar, em forma de laço, semelhante aqueles das máquinas fotográficas, fixado próximo à mossa que sugere empunhadura, no lado onde está o lâmpada do BLINK. Tenho curtido essa lanterna. Minha mulher, preocupada com os meus tropeços à noite quando levanto para mijar mas evitando ascender a luz de cabeceira para não acordá-la, trouxe-me o objeto sem muitos comentários. A lanterna permite-me caminhar pela casa na madrugada de forma segura sem perturbar ninguém. Coisas de velho... Relendo esta descrição da minha lanterna, lembrei-me de Michel Foucault em Les mots e les choses, onde gasta de forma inusitada doze páginas para descrever um quadro de Velasquez. Coisa de maluco...

terça-feira, outubro 16, 2001

Alô Nêodo e mais amigos.
O maior negócio da minha vida no assunto "Brasil" foi comprar o "Dicionário Brasileiro Globo" de Francisco Fernandes, Celso Pedro Luft e E. Marques Guimarães por apenas Lire 3.000 (nem 2 dólares): nele a palavra ANTRAX não há enqunato eis o que está escrito em ANTRAZ: s.m. (med.) Tumor gangrenável e inflamatório; aglomerado de carbúncolos; (entom.) gênero de insetos dípteros. (Do gr. anthrax.).

Ciao,

Alessandro

Poeta simbolista
Esta é só prá saber se filho de poeta é rápido em poesia.
Voce é capaz de apontar o autor e a obra?

"Como me embala toda essa pungência,
Essas lacerações como me embalam,
Como abrem asas brancas de clemência
As harmonias dos violões que falam!"

SAP e R/3...

Agora é esse meu novo tema de pesquisas... se alguém souber alguma coisa sobre o assunto, por favor, deixe comentários ...

bração!

T+
Bom Dia...

Em casa ouvindo (não vendo) o .. sabe.. aquele do Xangô... coisa louca... mas fazer o quê.. não tem outra opção na TV aberta...

Recebi e-mail hoje da Joyce, dizendo que lê o nosso Blog... Valeu Joyce.. !! Eu também Leio o Blog da Joyce.... ! :)

Cara.. a coisa cada vez fica mais feia lá pros lado do Afeganistão.. e também pros lados do EUA.. Agora até no Brasil o Antraz tá fazendo história.. de terrror, pois que de pesquisa veterinária já faz há um tempão.. aqui se chama Carbúnculo... uma doen~ça que ataca o rebanho bovino (quando não tratado).. mas parece que já controlado pelo pessoal da EMBRAPA...

ANTRAZ

ou

ANTRAX?



domingo, outubro 14, 2001


Fotografando o passado
O keyhole, novo satélite espião ótico, lançado para ajudar a planejar os ataques aéreos ao Afeganistão, inaugura a tecnologia óptica de fotografia de eventos passados. Ele permitiu saber que um avião russo foi derrubado por um míssil ucraniano na rota Israel/Sibéria.

sábado, outubro 13, 2001


Novidades na Paróquia
Fui a um batizado na igrejinha do meu bairro. O ritual agora se passa frente do altar, como acontece com os casamentos, no horário da missa das 19:00, a mais concorrida. Duas crianças, os pais, os padrinhos e o padre. Ao final da cerimônia o celebrante empunhou uma vela (círio) onde cada padrinho acendeu a sua. A vela representa a mensagem de salvação de Cristo. Três vezes na vida o crente porta esse símbolo: no batismo, na primeira comunhão e na morte, lembra o vigário. Dois mil anos de ritual pesam na cristalização e força do ritual.
Na porta da igreja, um cartaz escrito em papel A4, fonte ariel 20, colocado numa moldura barata de madeira com vidro, alerta os fiéis que "O vestuário obedece às ocasiões: festa, esporte, praia... Para a Igreja discreto e adequado deve ser o vestir". Coisas do novo pároco que, segundo o prof. Pauli, além de conservador é bicha. Chamou-me a atençao o pequeno conjunto musical que inovou introduzindo, além do indefectível órgão elétrico e do violão, uma bateria. As canções começavam ao som do bumbo seguindo o rítmo 1, 2, 3, 4 (pã - pãpãpãpã). Quem diria que a música profana (da senzala) entraria um dia numa igreja. Esse é o som que hoje anima as missas.
Um diário nem tão diário assim...

Como disse na nota anterior, não estou com muito animo para escrever.. peço desculpas aos amigos leitores...

As últimas notícias sobre a possiblidade de um ataque terrorista com armas biológicas tem nos preocupadpo.. além disso, a possível retaliação norte-americana contra Sadam Husseim é outra peocupação, e essa mais pesada ainda.. sabe-se lá o que o iraquiano vai fazer..???

Aqui tenho me ocupado com passeios (caminhadas) na parte da manhã e, à tarde, livros e mais livros preprando-me para alguns concursos que vou prestar.. assim, além da lentidão da conexão discada (um Modem V90) não tenho tido muita paciencia para aguardar uma conexão e digitar meus pensamentos por aqui..

Bom, vamos lá.. T+

Bom Dia...

è isso aí Alessandro.. muito pouco tenho escrito aqui.. coisas da vida!
Sabve como é.. alguns problemas pessoais tem me impedido de dar vazão às memórias.. mas isso vai passar.. espero!
Quanto ao Disco do Sítio.. já o encontrei mas agora tenho que encontrar um toca discos.. não tenho e nem sei que tem.. e depois disso, ainda ver como9 fazer para conecta-lo ao PC para fazer a MP3.. putz! Arrumei um trabalhão prá mim agora..

É isso aí..

T+

sexta-feira, outubro 12, 2001

Alô Nêodo,
Como é que o Diário Virtual ficou cinco dias sem ser...diário?
Espero que seja tudo bem!!

Ciao,
Alessandro.

domingo, outubro 07, 2001

Sítio do Pica-Pau Amarelo

Pessoal, estou providenciando o Disco do Sítio... breve terei notícias por aqui..

T+
A história da UNISUL

O livro "Muito além de um sonho - A história da Unisul", escrito por Paulo Markum e Duda Hamiltom, me chegou pelas mãos de Silvestre Herdt, atual Presidente do Conselho Estadual de Educação, enviado por Wilson Schulter, com cartão da Secretaria Geral da Reitoria datado de 6/9/01, com um simples abraço. Hoje achei tempo para examinar a obra. Lançado pelal Editora Unisul, o trabalho leva o n. ISBN 85-86870-d11-0, tem 236 páginas, cerca de 150 fotos, muitas em cores, com um sumário de nove tópicos, incluindo uma aprsentação de Silvestre Herdt, ex-reitor da UNISUL, datada de 15 de março de 2001. O livro é dividido em tópicos ou capítulos, seguidos de uma cronologia, sem índices ou bibliografia, e sem notícia sobre os autores. O tópicos que formam os capítulos são:

Capítulo I - Tubarão ou Tuba-nharô
Criando o marco onde a Unisul se insere, os autores traçam uma história da região incluindo a riqueza arqueológica e a exploração da bacia carbonífera, mostrando como as cidades surgiram em torno de grandes empreendimentos da indústria do carvão e da pequena agricultura.

Capítulo II - O colégio
Em plena II Grande Guerra, quando era proibido falar alemão e italiano em lugares públicos, um grupo decide formar uma sociedade anônima, registrada na Junta Comercial do Estado em 8 de março de 1945, para construir o primeiro ginásio da região de Tubarão, o Colégio Dheon. A partir de 1952, o ginásio passa a funcionar também em regime de internato, tendo encerrado essa modalidade em 1960, quando iniciavam os cursos noturnos e o segundo grau (científico).

Capítulo III - Um sonho antigo
Agosto de 1965. Surgimento da Faculdade de Ciências Econômicas, iniciativa do grupo liderado por José Virgulino dos Santos, Diretor da Escola Técnica de Comércio. Cria-se o Instituto Municipal de Ensino de Tubarão - IMES e implanta-se a Faculdade, sob a direção de Osvaldo Della Giustina.

Capítulo IV - A FESSC
Criada por Lei Municipal de 18 de outubro de 1967 a Fundação Educacional do Sul de Santa Catarina, sucessora do IMES, que continuava em salas alugadas ao Colégio Dehon. A compra desse colégio foi articulada por Della Giustina, em 1971, estando a FESSC sem um tostão em caixa, segundo testemunho do radialista Cesar Machado. Colombo Machado Salles, lagunense, era Governador e aportou recursos do Estado para garantir metade da quantia pedida pela congregação dos dehonianos. A outra metade foi transformada em duplicatas avalizadas por Della Giustina, José Muller e Michel Mussi Miguel. Novos nomes agregam-se ao projeto: Herdt, Schuelter, Lage Aguiar, Gerson Silveira e Popoaskj. As primeiras greves.

Capítulo V - A enchente
No verão de 1974, 22 de março, uma enchente sem precedentes na história destruiu Tubarão. "A cidade parecia um campo de batalha." "A sensação dos moradores era de que Tubarão fora riscada do mapa." A dura luta pela reconstrução da cidade e da FESSC.

Capítulo VI - CICIT
Centro Intercolegial Integrado de Tubarão - experiência na área do ensino precursora das medidas implantadas pela Lei 5692/71. A inicitiva foi um esforço da FEESC para desenvolver a economia da cidade implantando o ensino técnico e democratizando o ensino, na contramão do política do Governo Médici de "aumentar o bolo" e "marginalizar os setores sociais, com descaso maior à educação popular. " Contou com a participação de Ailton Nazareno Soares, como Diretor Geral, João Gerônimo de Medeiros, à época diretor do Dehon, e João Manfio, que defendeu uma dissertação de mestrado na FGV sobre a experiência.

Capítulo VII - Surge a Unisul
Em 25 de janeiro de 1989, com 15 cursos superiores, 19 habilitações e 3.000 alunos foi criada a Universidade. A carta consulta havia sido aprovada por Jorge Bornhausem, então Ministro da Educação, de que Della Giustina foi Chefe de Gabinete. José Muller foi eleito o primeiro Reitor.

Em busca de resultados
Em 1983 Silvestre Herdt inicia um novo mandato, agora como reitor, e inaugura um processo de expansão e busca de qualidade. Foram criados os campi de Palhoça e Fpolis, dentre outros. A Unisul, contraiu empréstimos da FINEP e de outras agências, implantou novos cursos, um arrojado programa de informatização e salta de menos de quatro mil para treze mil alunos, em 1998. A receita operacional teve um crescimento acumulado de 282% entre 1995 e 1998,

O futuro
As realizações e os projetos da UNISUL nos diversos setores para o a gestão 2001 e 2005, tendo a frente Gerson Luiz Joner da Silveira e Sebastião Salésio Heerdt, respectivamente, como Reitor e Vice-Reitor. A Construção da UNISUL como univesidade referência do terceiro milênio.

[post by Marcílio]
Ache esse disco, Neôdo!

Oi Neôdo, tudo bem? Desculpe a falta de posting diretamente na sua página. Não tô fazendo desfeita do convinte, não! Tenho andado muito ocupado e me parece complicado achar idéias para postar em mais de um blog. Mais aqui tô eu. Parece que meu posting sobre o Sítio repercutiu, e todo mundo tá querendo achar o disco das músicas. Se você achar, e puder fazer mp3s das músicas, seria o máximo!
Abraços,
Jean

sábado, outubro 06, 2001

Discos Antigos ... LP´s

Não quero deixar ninguém com água na Boca.. mas tenho aqui em casa um monte de LP´s.. vou ver se tenho o do Sítio.. depois informo se consegui encontrar algum..

T+
Sitio do Pica-pau amareeeeelo

Meu amigo Jean colocou um posting sobre o sítio do Pica-Pau amarelo... sabe, eu também penso da mesma forma. O remake que estão prometendo agora não me parece à altura do originall.. quanto à Emília, a boneca de pano que é gente, não foi a atriz presa por homicídio? Não lembro o nome, mas me parece que é isso, né não? Po risso não falam mais nela.. se não me lembro mal era isso, e nome, acho que era Dirce Migliacio.. não tenho certeza...

Alessandro

Que linda história você nos contou... eu sou Inter na Itália e no Brasil também sou Inter (no Rio Grande do Sul)... no Rio sou meio flamengo meio vasco.. na verdade não sou tão fanático por futrebol asim...só quando o assunto é a Selação Nacional.... apesar dos últimos fiascos.. amanhã tem jogo, em Curitiba, contra o Chile.. vamos ver..o ronaldo está fora por contusão.. pena.. espera que ele jogasse, ao menos no segundo tempo.. sei lá... só prá dar uma fézinha....

Ah! Sobre a Itália... hoje estive lendo os profetas da sociologia (Montesquieu, August Conte, etc..) e me parece que o Berlusconi não está sóo nas suas declarações de superioridade da civilização (???) ocidental em relação à oriental... especialmente ao Islã...

Me parece que os "Cientistas" sociais (incluindo Weber e o seu "Ética Protestante e o espíriro do Capitalismo") pensaram numa superioridade ocidental em função da separação teologia/racionalidade...

Mas isso é um outro assunto..

Bração

T+
Ciao Nêodo e todos os leitores,
Hoje quero contar pra vocês como foi o meu encontro com o Brasil: já escrevi alguma coisa na biografia que o Nêodo tem no site da FEB mas não lembro bem e no momento não posso acessar ao mesmo (penso pelos problemas da greve na UFSC, né Nêodo?).
Não sei se a minha vida seria melhor ou pior sem este encontro com o Brasil, mas Deus ou quem por Ele quis assim então...
Era na primavera ou começo de verão (não lembro bem mas estávamos, na Itália, entre maio e julho) do ano 1980. Estava vendo na TV um desenho animado japonês (Astro Robot, coisas da fim da década de setenta) mas estava um pouco cansado disso e mudei de canal até quando vi um jogo de futebol. Estava numa pequena TV local: não era o jogo completo mas um compacto de cerca de 50 minutos. O estádio tinha cadeiras azuis, um time estava de camisa vermelha e o outro branca com faixa diagonal preta. No Maracanã estavam se enfrentando América e Vasco Da Gama. O jogo acabou 3x1 pelo Vasco (0x1 final do primeiro tempo). Era a primeira vez que vi futebol brasileiro, do qual mal conhecia Pelé e o nome de um time: o Santos. Gostei e procurei outros jogos que, mesmo se eram comentados por um italiano (hoje na TV pública da RAI), eram comentados à "brasileira" (gooooooooooool).
Foi o segundo jogo que me "abriu" as portas da Terra Brasilis. O estádio era o mesmo mas tinham outros dois times; um vestindo uma camisa listada em horizontal vermelho e preto e o outro listada em vertical branco e preto. Pela maior presença de público percebi que era um jogo importante e resolvi torcer pelo time rubro-negro por um simples fato. Na Itália sou torcedor da Inter de Milão (preto e azul) que tem os seus maiores rivais no Milan (rubro-negro) e na Juventus de Turim (alvinegro). Bem, como o meu maior desafeto no futebol é pela Juventus, resolvi torcer contra o time com a mesma camisa. Assim no jogo Flamengo x Botafogo o time da Gávea tinha um torcedor a mais (mesmo longe tanto no espaço, tanto no tempo porquê na verdade aquele jogo poderia ser de alguns anos antes!!). Bom, o primeiro tempo acabou em 0x0 com um gol anulado ao Fla, se não me engano do Tijão. Foi no segundo que aconteceu o fato que realmente mudou a minha vida. Depois de uma bela ação o jogador do Fla n.10 ficou sozinho na entrada da área. Não chutou forte, não passou a bola ao companheiro quase de lado nem driblou o goleiro: aplicou um lençol (se diz assim?) ao goleiro com a bola que rolou muito lentamente no gol: nesse instante o jogador, chamado Zico, o time, chamado Flamengo, o estádio, chamado Maracanã, a cidade, chamada Rio de Janeiro e a nação, chamada Brasil, entraram no meu coração. O jogo acabou 1x0 e o gol está também no filme que se chama, se não me engano, "Flamengo, o gigante do Futebol". O futebol foi só o começo deste amor (tenho simpatia também pelo Bota, por estar presente naquele jogo) que estourou com a música, mas esta já é uma outra história. Comecei a escrever os nomes dos times num caderno com as cidades (que na verdade eram os Estados) e tudo rolou até hoje. Mais uma história de futebol. Escrevi, no 1985 ou 1986, à C.B.F. pedindo os endereço de alguns times brasileiros: bem, a Confederação me respondeu!! Então escrevi a vários clubes, não lembro quais, pedindo lembranças. Só um me respondeu e ficou pra ser o meu "segundo time" (uma vez Flamengo...): este time foi o Grêmio. Então, no Brasil torço por um time rubro-negro e tenho muita simpatia por um que tem como maior rival um time que se chama Inter....... Brincadeiras da vida!
Bom, contei tudo isso pra fazer ver como também uma coisa ridícula, um gol, pode mudar uma vida; sim, porquê não sei se a minha vida poderia ser melhor ou pior sem isso: só sei que mudou.
Pedindo desculpas pelo enorme espaço que roubei ao amigo Nêodo, vou me despedir com um grande CIAO a todos.

Alessandro.

P.S. : não consigo ver os "posting" (não tem uma palavra portuguesa?) no blog do Jean: vejo todo o resto mas não os posting.
Tem alguns problemas no site ou é um problema meu?

Alessandro.

sexta-feira, outubro 05, 2001

As alternativas...

Pois é.. parece-me que não tenho muitas alterativas, por enquanto... É que o contrato de consultoria que tinha com o Prossiga chegou ao seu final e não teve prorrogação. O Serviço foi finalizado... era isso mesmo.. apenas três meses...

Vim para o Rio com a idéia de tentar alguma coisa e dar um sentido na vida sentimental. Quanto a e isso, tudo muito bem.. . como disse aqui alguns posting atrás, até vamos nos casar.. mas agora, com a coisa do "job".. estou pensando em como resolver tudo..

Estou vendo algumas possiblidades... mas nada de concreto ainda. Fiz minha inscrição para a seleção do PPGAS na UFRJ, vou fazer mais um mestrado (Sociologia Política - Novas Tecnologias e o Terceiro Setor - Rede de Informações para o Terceiro Setor). entreguei o projeto semana passada.. vamos ver se passo... O possivel orientador, professor Bernardo Sorj, recomendou o Doutorado, mas não creio que esteja pronto para isso.

Agora, quanto a um trabalho... ainda nada.. tenho enviado meu currículo para inúmeros possíveis trabalhos.. estou esperando alguma resposta..
é isso.
Valeu Marcílio.

Em tempo: indiquei seu nome para referências na Pós aqui na UFRJ (IFCS).

T+
Ontem voltei a ler o "Dom Supremo" e, coincidentemente, também deparei com a revista Veja, edição de 22-08-01, onde há uma entrevista de Paulo Coelho nas páginas amarelas assinada por Thaís Oyama, sob o título "Chega de Mágica". O escritor aparece numa foto, assinada por Cabral, sentado com os braços apoiados no tampo de numa mesa de vidro, segurando o queixo com a mão esquerda e olhando para a objetiva com um ar entre desconfiado e irônico. O fundo está fora de foco, mas distingue-se um vaso de flores amarelas, um monitor de micro e uma ampla janela. Essa foto talvez revela o clima que rolou na ocasião. Fico a imaginar que Thaís deva ser uma dessas jovens brilhantes dos cursos de comunicação das pucs da vida, encarando o mago como oportunidade de mostrar o quanto é sabida e competente. No geral, penso que ela conseguiu pois ele acabou cedendo às agressões.

Acessei o website do Autor e assisti ao vídeo com a entrevista de Gerald Thomas, onde os dois, fumando um cigarro após outro, sentavam-se frente a frente numa mesa de tampo de vidro. Creio ser a mesma mesa e o mesmo local da entrevista anterior. Achei muita graça e acho que Gerald também porque Paulo revelava sua técnica de estimular eventuais interlocutores a falar de suas vidas e era justamente isso fazia naquele instante. Os dois divertiram-se e quem ganha somos nós.

Nessa entrevista fica-se sabendo da existência uma secretária para responder email. Imagino que não poderia ser de outra forma, especialmente depois de ver a pagina de sua agenda e saber que esta semana está no seminário de escritores e diretores de Mônaco, devendo ficar o resto do ano pela Europa onde tem inúmeros compromissos.

Na orelha do livro o "Dom Supremo" de Henry Drumond, adaptado por P. Coelho, lê-se "É melhor não viver que não amar". Esta frase está na página 49 e aparece duas vezes como a indicar a importância atribuída ao preceito. Recorri à Bíblia e examinei as duas cartas de Paulo aos Coríntios, com atenção especial ao capítulo 13 da primeira carta, mas não encontrei a frase. Para surpresa minha, contudo, achei a oração e verifiquei que o Apóstolo Paulo refere-se "à excelência da Caridade e à hierarquia dos carismas" e não ao amor. Será que alguém poderia me dar indicação precisa de onde encontrá-la? A razão é simples. Como aparece uma dupla negação, quero checar se está assim no texto original ou apenas na tradução. "Duplo negatio afirmatio est", diz um aforisma latino. Nesse sentido, recomendo a leitura de pequeno ensaio de Freud sobre a negativa. Quem tiver a obra completa editada em CD pela Imago, através do mecanismo de pesquisa, é fácil localizá-lo.

Lendo novamente essa obra me ocorreu que Paulo Coelho, a exemplo do que fez com Maktub I e II, poderia disponibilizá-la na rede Internet, como uma homenagem aos mortos na tragédia de 11 de setembro.Seria um gesto importante e forte nestas horas de incertezas vividas pós-ataque, quando ainda está presente nas nossas retinas a imagem das torres gêmeas do WTC atingidas pelos aviões.
Salve Neodo,
Conte-me direito essa questão do desemprego e quais as alternativas que você tem aí no Rio.
- Os tempos hoje estão mudados... - Pois é... bons tempos aqueles em que a comunicação era mais fácil porque não havia tantos meios de comunicação.

quinta-feira, outubro 04, 2001

Um pouco de esperança

Não sei porque o título... mas vou dar um tempo por aqui até que as coisas melhorem.. estou num momento bastante preocupante...

Meu trabalho no Prossiga terminou e a bolsa também.. agora temos que procurar outro meio de sobrevivência.. espero conseguir logo...

Assim que tiver novas notícias, volto a postar aqui..

Bye..

terça-feira, outubro 02, 2001


Casar, por que casar?
Decidi casar quando entendi que o amor é uma decisão. Até então minha idéia sobre o amor tinha uma conotação romântica, algo que acontecia ao acaso, talvez até caído do céu, jamais fruto de uma vontade consciente.

Este novo conceito de amor significava uma reviravolta. Era como sair da posição de Gerson que queria "levar vantagem em tudo" e adotar os princípios culturais das ilhas Trobiand, onde o poder e a riqueza estão sempre com aquele que mais doações fizer, independentemente do fato de chegar ao final do período literalmente na miséria. Mas há que dizer também, a bem da verdade e por razões outras, que entendi a vida como dádiva acompanhada de uma ampulheta cuja areia corre inexoravelmente, impondo-nos opções a cada passo e muitas renúncias.

É bom esclarecer que à época do nosso casamento estávamos juntos há quinze e tínhamos um lindo filho de 10 anos, vivendo eu contente na fidelidade.

Aceitar a idéia do amor como decisão pedia um novo pacto e nada melhor que um casamento para representar isso. Afinal, a liturgia católica existe e sobrevive há dois mil anos porque soube criar rituais igualmente eficientes e belos. Há que reconhecer isso. Aliás, fazendo uma digressão, apenas para ilustrar esta observação, nos últimos tempos compareci a três casamentos que simularam o ritual católico. Nos três os filhos levaram as alianças e em dois o celebrante era um bispo da chamada Igreja Católica Brasileira (dizem que nessa igreja não há padres), entidade que existe segundo se sabe apenas para realizar esses atos solenes. Embora os presentes se dessem conta da contrafação, a emoção que essas cerimônias nos passam é a mesma e as noivas não dispensam o uso do véu, da grinalda e as lagrimas, ou seja, tudo a que têm direito.

O casamento para as mulheres tem um sentido mais profundo do que para os homens e talvez por isso elas comandam e são as figuras centrais da festa. No meu imaginário casamento remete logo para a noiva, seu vestido, sua entrada triunfante, o buquê de flores e o bolo. O noivo entra como um figurante proeminente, estático ao pé do altar aonde é conduzido pelo braço da mãe. Só o juramento, recentemente alterado, é que deixava transparecer a hierarquia que se estabelecia para a relação quando a mulher jurava obediência e submissão "na alegria e na tristeza, na saúde e na doença".

Esses momentos de mudança são chamados pelos antropólogos de "rituais de iniciação" ou "ritos de passagem". Eles são inúmeros, um para cada fase da vida dos indivíduos e dos grupos sociais. O casamento é um deles e talvez o mais importante porque resulta na formação da família, mecanismo por excelência da reprodução social, que insere novos indivíduos na sociedade e tem a função de socializá-los, reproduzindo duplamente a sociedade do ponto de vista biológico e cultural. A manutenção da relação entre dois adultos nessa situação envolve sexo, afeto, segurança de realização pessoal e diálogo constante, além do compartilhamento de responsabilidades.

Como atualmente a relação entre os sexos, com a quebra da hierarquia já não é obrigatória, sendo mais justas e mais iguais, sua sobrevivência é desafiada cotidianamente. Há que correr riscos para mantê-la. Entender o amor como uma decisão é também aceitar que o casamento e a família são coisas a construir na relação a dois e constante desafio. Há que decidir amar a cada dia.

segunda-feira, outubro 01, 2001


Árabe é igual a terrorista?
Hoje li na coluna de Paulo Alceu, no DC, uma nota com o título "chiste" onde consta que a Prefeita da Capital, Angela Amin, informara ao Governador, seu marido, que havia entrado com um pedido em cartório para modificar seu nome, suprimindo Helou Amin e substituindo-o por Henzel, seu nome de solteira, para evitar problemas nas viagens ao primeiro mundo. Das duas uma: ou o Sr. Alceu tem um senso de humor de muito mau gosto, ou a Prefeita escorregou duplamente: de um lado, desqualificando o nome que adotou ao casar e passou aos filhos; de outro, colocando-se um posição politicamente incorreta ao vincular todos nomes próprios árabes ou mulçumanos com o terrorismo.
Bom Dia

....de um aluno num mosteiro...... Os monges não sabem porque punem.... mas os alunos sabem porque são punidos...

Mais ou menos isso.. e agora? Eu havia pensado em não falar mais sobre os atentados e as suas consequëncias.. mas isso é praticamente impossível, diante dos desdobramentos da crise... Agora a notícia é de que os EUA já estariam agindo em território afegão... (ou seria afegane...??)

Em várias partes do mundo, especialmente no oriente, atos terroristas tiveram lugar nos dias de ontem e anteontem (sábado e domingo). Já nesta segunda-feira, mais dois atentados... Na Cachemira e em Jerusalém..

Falam, na imprensa, que o perigo de atentados químicos ou biológicos são eminentes... Não tenho idéia do que isso possa significar.. é ainda cedo para tentar entender o que está acontecendo??? Aos amigos, peço que dêem suas oponiões... deixem aqui seus comentários, caso não queiram escrever (ou não possam) deixem os comentários no link abaixo dessa nota.

T+

O tempo não apagou o que não terminou

O dia amanheceu cinzento, chuvoso e frio. Ainda assim, a certeza de que, em algum lugar longe daqui, você pensa em mim acalenta minha alma e...