Gripe Aviária, Oropouche e Bebês Reborn: Bem-vindo ao Brasil, edição Febres & Delírios

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IA psicodélica
do ChatGPT
 Hoje vamos dar uma de poeta, ou cientista, louco que mistura um pouco de tudo e quer ver no que vai dar....vamos lá:

 Enquanto o noticiário insiste em repetir o mantra do apocalipse parcelado, o Brasil entra em mais uma fase do seu eterno reality show sanitário e social. E, como bons protagonistas de um roteiro que parece escrito por um roteirista bêbado da HBO, temos os seguintes capítulos na nossa novela tropical:

Capítulo 1: A Gripe Aviária Bate Asas no Sul

 Três focos confirmados no Rio Grande do Sul. O vírus da gripe aviária (H5N1) voltou a dar o ar de sua desgraça, provocando o sacrifício de aves, medidas de contenção e uma tensão danada no setor agropecuário. Não é a primeira vez, e provavelmente não será a última, que o H5N1 ameaça fazer o salto de espécie — e embora o risco humano ainda seja baixo, o histórico do vírus nos convida a não brincar de roleta viral.

Alerta sanitário, medidas de biossegurança, e aquele sentimento reconfortante de que, sim, as aves podem estar tramando algo. (Brincadeira. Esperamos que não.)

Capítulo 2: Oropouche – A Febre que Vem do Maruim

No Rio de Janeiro, mais precisamente em Guapimirim e Cachoeiras de Macacu, a coisa apertou. A febre do Oropouche, transmitida por um inseto menor que a paciência do brasileiro com filas — o maruim — fez uma vítima fatal e acendeu o sinal vermelho.

Causada por um vírus da família Peribunyaviridae, a febre do Oropouche costuma provocar sintomas parecidos com dengue: febre alta, dor no corpo, dor de cabeça, vômito, e às vezes até um surto de indignação civil. Não há vacina. Não há tratamento específico. Há apenas repelente, manga comprida e esperança.

Mais de 5 mil casos já foram registrados no país este ano. Enquanto o mosquito age na surdina, a população tenta adivinhar se está com dengue, zika, chikungunya ou apenas vivendo no Brasil em 2025.

Capítulo 3: A Febre Mental dos Bebês Reborn

E porque a sanidade já não vinha bem das pernas, agora temos brigas judiciais por guarda de bonecas. Sim, bonecas. Reborns. Aqueles bebês hiperrealistas que parecem recém-nascidos e que, aparentemente, despertaram em algumas pessoas instintos maternais — ou questões psiquiátricas não resolvidas.

Um caso recente envolveu disputa judicial de custódia e até tentativa de batismo. Um padre se recusou (com razão e talvez algum pânico), sugerindo uma visita ao psiquiatra. Internautas dividiram-se entre “deixa ela ser feliz com a boneca” e “meu Deus, o fim do mundo vem com fralda de algodão”.

Conclusão?

Estamos vivendo uma pandemia de surtos: virais, entomológicos e emocionais. A gripe aviária bate à porta dos aviários, o Oropouche se espalha como fofoca de barbearia, e o amor maternal encontra novos alvos de afeto — mesmo que feitos de vinil.

A recomendação? Mantenha-se informado, vacinado (quando possível), use repelente, e se apegue a seres inanimados com parcimônia. Porque o mundo já está doente o suficiente.


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