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Onde fui ontem... Olá meu amigo leitor virtual.. Ontem fui chamado para, finalmente, um trabalho... não é grande coisas, mas já é um começo.. Vou trabalhar com população.. precisnado de trabalho.. é um Projeto do Governo, com o CAT .. acho que vai ser bom para pegar um experiêncai em sala-de-aula.. vamos ver.. Quinta da Boa Vista Como estava em São Cristóvão, resolvi ir até à Quinta da Boa Vista Na minha opinião, em se falando de casas antigas, o que mais me agradou foi o Restaurante da Quinta , pois o Museu Nacional me decepcionou.. não que não tenha nada que me tivesse chamado a atenção.. ao contrário, há um acervo realmente incrível lá.. começando pelos esqueletos de Dinos e todo aquele material de etnografia indígena.. foi incrível.. confesso que me senti bastante incomodado com o ambiente.. principalmente quando vi os restos mortais de uma índia e de duas crianças mumificadas.. até me senti mal.. não sei.. pareceu-me que aquelas pessoas (as múmias e as aoutras)...
Pesquisar e produzir na rede Perguntei à atenciosa secretária da Academia Francesa de Letras se podia ajudar a localizar na extensa obra de Lévi-Strauss a afirmativa de que "o sociológico vem antes do psicológico". Ela respondeu que não prestavam esse tipo de serviço, recomendando que se perguntasse ao próprio através de carta, que ela lhe faria chegar as mãos. Esclareceu, entretanto, que a consulta não poderia ser por email pois êle não tem conta na Internet. Nem estávamos pedindo tanto. Do alto dos seus noventa e três anos o velho mestre (1908) pode dar-se ao luxo de esnobar a rede mundial. Mas fico imaginando o que não fariam mentes privilegiadas como a dele se dispusessem dos sistemas computacionais atuais e das redes à época da realização de suas pesquisas. Imagino que Borges , por exemplo, estaria navegando na rede, alimentando o seu Blog com o diário íntimo e textos cheios de links associando-os a "(...) um pensamento sem espaço, a palavras e categorias sem tem...
Uma aula de gramática e de história.. Rapaz! Com a contribuição do Professor Marcílio , quase me vi numa aula, daquelas que prendem a atençaõ da gente do início ao fim.. simplesmente, sensacional... me parece que a pesquisa na internet tem gerado bons resultados para o Marcílio.. já reparou que quase tudo, quase mesmo, que escrevemos por aqui pode ter um link para alguma coisa publicada sobre o mesmo na rede? Muito bom.. gostei mesmo.. e como adoro a história do Rio Antigo.. e como disse um dos textos que o marcilio indicou, " O Rio antigo começou a morrer com a morte de machado..." se pensarmos bem, quem escreve o cotidiano do Rio (ou de outra cidade) como o Machado fazia? bração...
Questões de ortografia Em questões ortográficas e semânticas o brasileiro, invariavelmente, apela para o Aurélio. Assim é como carinhosamente nos referimos ao Dicionário da Língua Portuguesa coordenado por Aurélio Buarque de Holanda Ferreira, membro da Academia Brasileira de Letras e da Academia Brasileira de Filosofia recentemente falecido. Editada pela Nova Froneira S.A., do Rio de Janeiro, a obra está na 39 ou 40 impressão e tem servido como referência básica para várias gerações, como se encarnasse a própria autoridade mentora da língua nacional. Há poucas semanas foi lançado um outro dicionário, coordenado também por um gigante de nossas letras, Antônio Houassis, falecido meses antes da obra ser publicada. Só o tempo dirá, entretanto, se o espaço justamente conquistado pelo Aurélio no coração do brasileiro vai ser dividido. Na dúvida, é só procurar: mata-baiano, mata-barata, mata-bicho, mata-boi, mata-borrão, mata-burro, mata-cachorro, mata-cão, mata-cavalo, aí está. "...
Matacavalos ou Mata-Cavalos...??? Só agora me dei conta da diferença na grafia entre as duas opções.. no romance de Machado, se não me lembro mal, a palavra era escrita sem hífem, no texto do Cony há o hífem.. qual seria o correto? Quer dizer, qual seria a escrita do nome da rua mesmo (sem considerar a regra gramatical)? bração...
Ainda a Matacavalos.. A Dani enviou um e-mail dando mais informações sobre a rua do romance de Machado.. aí vai... "O texto q vc me enviou veio meio truncado, mas pelo que eu entendi era o mesmo Antônio Carlos que eu já tinha achado nas minhas pesquisas, ele além de tudo que veio no texto, foi presidente da Assembléia Constituinte de 1823, aquela que nunca foi publicada a acabou saindo uma promulgada em 1824 (aquela que instituia o poder moderador para o imperador) Segue o texto do Cony, 'Resolvi mudar. Arranjei um apartamento pequeno, no centro da Cidade, zona braba, só rendez-vouz, na Rua do Riachuelo, ex-Mata-Cavalos. Desde que soube o nome antigo tive vontade de morar lá.' O texto continua explicando que a rua era um atalho que ligava a cidade com as chácaras e os engenhos como a rua era de barro, forçava os cavalos nas descidas bruscas..." valeu Dani.. bração...
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patronímicos Todos os franceses que conheço levam nomes de santo: jean claude, Jean marie, pierre e por aí vai. Dizem que a nobreza portuguesa primava por ostentar dez nomes. O Imperador D. Pedro I chamava-se Pedro de Alcântara Francisco Antônio João Carlos Xavier de Paula Miguel Rafael Joaquim José Gonzaga Pascoal Cipriano Serafim de Bragança e Bourbon (1798 - 1834). No Brasil a regra obriga apenas a levar o nome da família do pai. O nome da família da mãe é facultativo e vem logo após o prenome, diferente da tradição espanhola onde o nome do pai vem no meio. Na tradição latina os nomes de famílias geralmente tem origem habitacional. A expressão "nomes habitacionais" é usada para designar nomes de família segundo o local de origem dos ancestrais. Quanto ao primeiro nome, no Nordeste é comum juntar sílabas do nome do pai e da mãe para formá-lo: Edvaldo (de Edna e Osvaldo), Alcioneide (Acione e Neide), Francisvaldo (Francisca Osvaldo). No sul isto aparece pouco, mas é...